Certa vez um trabalhador rural, chamado Amós, saiu de sua roça, um lugar chamado Tecoa e foi até Samaria, que era capital de seu país e começou a andar pelas ruas da cidade. À medida que percorria a cidade, percebeu a pobreza e miséria, viu a indiferença dos mais ricos. Andou um pouco mais e viu os comerciantes que procediam desonestamente, onerando os preços e roubando na balança. Viu também os juizes aceitando suborno, favorecendo os ricos e o governo festejando com o melhor do vinho, mas sem se condoer com a fome do seu povo. Também viu mulheres alcoólatras, pai e filho mantendo relações sexuais com uma mesma mulher e grandes celebrações religiosas. E ele ergueu sua voz e começou a mostrar ao povo o que estava acontecendo e que esta não era à vontade de Deus: “Poderão correr cavalos na rocha? E lavrá-la com bois? No entanto, haveis tornado o juízo em veneno e o fruto da justiça, em alosna”. Em pouco tempo, Amós foi advertido e acusado de conspirador, possivelmente após ter cumprido sua missão tenha voltado para sua roça. Esta história está na Bíblia, no livro que levou o nome deste homem do campo, Amós.
O que Amós viu não é muito diferente do que temos visto em nossa sociedade. Mas o que chama atenção na história de Amós, é que ele era uma pessoa simples, um homem do campo, que não se acomodou, não se calou. É comum a referência ao povo brasileiro como um “povo sem memória” ou “acomodado”. É verdade também que a desigualdade social traz apatia. Mas é hora do povo brasileiro se levantar. Quando a maioria silencia, uma minoria toma decisões e fala em nome da maioria silenciosa.
Amós anunciou a vontade de Deus. Como na época do profeta, Deus não compartilha com a injustiça, com a omissão de nossos governantes que provocam pobreza e miséria, com a impunidade, com os mensalões e tantos outros escândalos que temos visto nos últimos meses. Está chegando mais uma vez a hora de votar. É preciso pensar bem e clamar ao Senhor! A Palavra de Deus para nós hoje é: “Buscai o bem e não o mal, para que vivais; e, assim, o Senhor, o Deus dos Exércitos, estará convosco, como dizeis” (Amós 5.14).
Pastora Fátima
sábado, outubro 14, 2006
quinta-feira, outubro 12, 2006
Rede de Proteção
Uma rede de proteção à criança precisa ser formada por todos os segmentos da sociedade. A própria lei nos lembra disso:“É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”(Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei Nº 8.069, Art. 3º).
Cada pedaço de corda que forma essa rede precisa desempenhar sua função. Quando um segmento não funciona, é como se uma das cordas apodrecesse, enfraquecendo a rede. Assim, os elementos que formam uma rede de proteção à criança são:
Igreja:É a referência de comunidade e comunhão. Quando ativa, a igreja nos mantém no foco correto quanto ao cuidado da criança e do adolescente em risco. Na igreja, a criança pode descobrir a vida planejada por Deus para ela.
Família:É a célula principal da sociedade. É na família que a criança é moldada, pois apresenta os primeiros modelos de vida. Cabe à família cuidar da criança, protegendo-a e lutando pela sua dignidade.
Escola:Tem o papel essencial de ensinar a criança sobre o mundo e estimulá-la a desenvolver suas capacidades.
Estado:Tem a obrigação de proporcionar um ambiente em que os direitos e deveres da criança sejam respeitados.
Organizações da sociedade civil:Braço direito das autoridades. Ajudam a levar e cobrar dignidade às crianças discriminadas pela sociedade e desprovidas de seus direitos e deveres.
Amigos e vizinhança:Compõem a rede de proteção pessoal da criança. São fundamentais para o seu crescimento sadio.
Extraído do site da Revista Mãos Dadas: www.maosdadas.net
Cada pedaço de corda que forma essa rede precisa desempenhar sua função. Quando um segmento não funciona, é como se uma das cordas apodrecesse, enfraquecendo a rede. Assim, os elementos que formam uma rede de proteção à criança são:
Igreja:É a referência de comunidade e comunhão. Quando ativa, a igreja nos mantém no foco correto quanto ao cuidado da criança e do adolescente em risco. Na igreja, a criança pode descobrir a vida planejada por Deus para ela.
Família:É a célula principal da sociedade. É na família que a criança é moldada, pois apresenta os primeiros modelos de vida. Cabe à família cuidar da criança, protegendo-a e lutando pela sua dignidade.
Escola:Tem o papel essencial de ensinar a criança sobre o mundo e estimulá-la a desenvolver suas capacidades.
Estado:Tem a obrigação de proporcionar um ambiente em que os direitos e deveres da criança sejam respeitados.
Organizações da sociedade civil:Braço direito das autoridades. Ajudam a levar e cobrar dignidade às crianças discriminadas pela sociedade e desprovidas de seus direitos e deveres.
Amigos e vizinhança:Compõem a rede de proteção pessoal da criança. São fundamentais para o seu crescimento sadio.
Extraído do site da Revista Mãos Dadas: www.maosdadas.net
Solidariedade de Criança
O escritor e conferencista Leo Buscaglia contou uma vez sobre uma situação que teve de julgar. O objetivo do teste era encontrar a criança mais carinhosa. A vencedora foi uma criança de quatro anos que tinha como vizinho um senhor mais velho que, naqueles dias, havia perdido a esposa. Vendo o senhor chorar, o garotinho foi até o quintal do vizinho e sentou-se no seu colo. Quando a mãe da criança perguntou o que ele tinha dito ao vizinho, o garotinho respondeu: “Nada, eu só o ajudei a chorar.”Essa é a introdução do artigo "O que a Bíblia diz sobre o sofrimento das crianças", se você quiser o artigo, clique em www.maosdadas.net.
quarta-feira, outubro 11, 2006
Espinho na Carne
Reflita sobre o texto abaixo. É uma breve meditação que preguei no ofício funebre da d. Djanira, mãe da nossa irmã Solange, no dia 10/10/2006:
E, para que me não exaltasse demais pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne... acerca do qual três vezes roguei ao Senhor que o afastasse de mim; e ele me disse: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. (2 Co 12.7-10).
Como dói quando um espinho penetra em nossa pele! Fazemos de tudo para retirá-lo, porque sentimos o incomodo, por menor que seja, não é possível não perceber a sua presença. O espinho em nossa pele lembra da nossa fragilidade.
Paulo talvez estivesse passando por uma grave enfermidade que não permitia que se empolgasse demais com toda a experiência que estava tendo com Deus.
Como aquela enfermidade para Paulo, a perda de um ente querido é como um espinho na carne. Queremos esquecer, mas não conseguimos. Queremos não pensar, não imaginar, não lembrar, mas não é possível. Dói, lateja. Mesmo depois de retirado, a marca do espinho permanece. Da mesma maneira acontece conosco quando perdemos alguém que amamos, fica o vazio na vida da família.
Paulo era um homem de oração. Ele orou pedindo que Deus retirasse aquele espinho, encravado em sua carne. Não queria conviver com a dor, como qualquer ser humano! A Bíblia diz que Deus fazia milagres extraordinários pelas mãos de Paulo: “a ponto de levarem aos enfermos lenços e aventais do seu uso pessoal, diante dos quais as enfermidades fugiam de suas vitimas, e os espíritos malignos se retiravam” At 19.12. Mas a esta oração, Deus não respondeu favoravelmente! A resposta de Deus para Paulo foi: “a minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza”.
A lógica de Deus é diferente da lógica humana, porque seus pensamentos são mais altos que os nossos pensamentos, quando estamos fracos, vulneráveis, frágeis, é que estamos sendo aperfeiçoados por Deus.
Na morte, o cristão encontra a ressurreição. Na perda, na dor, encontramos o consolo do Espírito Santo, que consola os abatidos. Na morte do outro, eu vejo minha fragilidade e vendo minha fragilidade, encontro forças em Deus, e assim sou purificado da soberba, do orgulho, da prepotência, me tornando mais dependente de Deus!
Um bom dia! Que Deus lhe abençõe!
Pastora Fátima
E, para que me não exaltasse demais pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne... acerca do qual três vezes roguei ao Senhor que o afastasse de mim; e ele me disse: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. (2 Co 12.7-10).
Como dói quando um espinho penetra em nossa pele! Fazemos de tudo para retirá-lo, porque sentimos o incomodo, por menor que seja, não é possível não perceber a sua presença. O espinho em nossa pele lembra da nossa fragilidade.
Paulo talvez estivesse passando por uma grave enfermidade que não permitia que se empolgasse demais com toda a experiência que estava tendo com Deus.
Como aquela enfermidade para Paulo, a perda de um ente querido é como um espinho na carne. Queremos esquecer, mas não conseguimos. Queremos não pensar, não imaginar, não lembrar, mas não é possível. Dói, lateja. Mesmo depois de retirado, a marca do espinho permanece. Da mesma maneira acontece conosco quando perdemos alguém que amamos, fica o vazio na vida da família.
Paulo era um homem de oração. Ele orou pedindo que Deus retirasse aquele espinho, encravado em sua carne. Não queria conviver com a dor, como qualquer ser humano! A Bíblia diz que Deus fazia milagres extraordinários pelas mãos de Paulo: “a ponto de levarem aos enfermos lenços e aventais do seu uso pessoal, diante dos quais as enfermidades fugiam de suas vitimas, e os espíritos malignos se retiravam” At 19.12. Mas a esta oração, Deus não respondeu favoravelmente! A resposta de Deus para Paulo foi: “a minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza”.
A lógica de Deus é diferente da lógica humana, porque seus pensamentos são mais altos que os nossos pensamentos, quando estamos fracos, vulneráveis, frágeis, é que estamos sendo aperfeiçoados por Deus.
Na morte, o cristão encontra a ressurreição. Na perda, na dor, encontramos o consolo do Espírito Santo, que consola os abatidos. Na morte do outro, eu vejo minha fragilidade e vendo minha fragilidade, encontro forças em Deus, e assim sou purificado da soberba, do orgulho, da prepotência, me tornando mais dependente de Deus!
Um bom dia! Que Deus lhe abençõe!
Pastora Fátima
terça-feira, outubro 10, 2006
Chamados para sermos luz
Durante a primeira fase do 18º Concílio Geral, em julho, um rapaz de cabelos compridos e negros subiu ao palanque do auditório do Sesc-Aracruz (Espírito Santo) e disse as seguintes palavras: “As pessoas precisam conversar. A gente faz isso na aldeia também. Discutimos projetos e falamos de espiritualidade. Porque é importante o respeito e o carinho”. Quem deu esse significativo testemunho tem um nome que revela intenso brilho: “Werá Djekupé”, que poderia ser traduzido, literalmente, para “guardião do relâmpago”. O povo metodista reunido em Aracruz e chamado por Jesus para ser “luz do mundo” ouviu esse depoimento em respeitoso silêncio.
Werá Djekupé, que também se chama Marcelo Oliveira da Silva, é o cacique de três aldeias guarani: Três Palmeiras, Boa Esperança e Piraquê-Açu, localizadas na região de Aracruz. Ele conta que os guaranis sobrevivem da agricultura de subsistência e da venda de artesanato para turistas que visitam as praias do Espírito Santo no verão. “Apesar de sermos um povo simples, acreditamos que Nhanderu, nosso Pai Criador, está em nossa aldeia, pois Deus procura aqueles que mais precisam dele”, testemunha o cacique Marcelo.
Certamente os guaranis têm sentido, em sua história, a necessidade da proteção divina e da solidariedade humana. Eles vivem em situação de permanente conflito com a empresa Aracruz Celulose por demarcação e posse de terras. E a Igreja Metodista, por intermédio da Pastoral de Convivência Guarani, da 4ª Região, sob coordenação do pastor Adahyr Cruz, tem procurado dar apoio às necessidades materiais e espirituais das comunidades indígenas da região.
No dia 15 de setembro, o pastor Adahyr esteve na Assembléia Legislativa de Vitória em manifestação de repúdio a uma campanha que a Aracruz tem feito, junto à opinião pública, contra as comunidades indígenas do Espírito Santo. Uma cartilha distribuída pela empresa na região (e também por meio do site www.aracruz.com.br) afirma que a área em disputa nunca foi habitada por índios. E o texto refere-se a eles como “supostos índios”. Na Assembléia Legislativa, o pastor Adahyr leu uma carta na qual denuncia a Aracruz por “campanha difamatória” e racismo (o texto está disponível no arquivo do site http://www.metodista.org.br/). Após a manifestação, o Ministério Público Federal do Espírito Santo resolveu instaurar um inquérito civil público para averiguar as informações divulgadas pela Aracruz.“A posição da Aracruz Celulose demonstra não só desrespeito com a história, com a memória e a cultura do povo capixaba, mas também que esta empresa não tem escrúpulos quando se trata de garantir seus interesses, às custas da miséria e da destruição dos povos tradicionais e do meio ambiente. Campanhas milionárias financiadas por esta empresa vêm escamoteando os impactos gerados pela monocultura de eucalipto no Brasil e expondo os povos tradicionais desta terra a humilhações inomináveis”, afirma o manifesto divulgado pelo pastor Adahyr, representando uma igreja que busca responder ao chamado de Jesus para ser um brilho intenso – “werá” – resplandecendo no mundo.
Notícia extraída do site www.metodista.org.br
Werá Djekupé, que também se chama Marcelo Oliveira da Silva, é o cacique de três aldeias guarani: Três Palmeiras, Boa Esperança e Piraquê-Açu, localizadas na região de Aracruz. Ele conta que os guaranis sobrevivem da agricultura de subsistência e da venda de artesanato para turistas que visitam as praias do Espírito Santo no verão. “Apesar de sermos um povo simples, acreditamos que Nhanderu, nosso Pai Criador, está em nossa aldeia, pois Deus procura aqueles que mais precisam dele”, testemunha o cacique Marcelo.
Certamente os guaranis têm sentido, em sua história, a necessidade da proteção divina e da solidariedade humana. Eles vivem em situação de permanente conflito com a empresa Aracruz Celulose por demarcação e posse de terras. E a Igreja Metodista, por intermédio da Pastoral de Convivência Guarani, da 4ª Região, sob coordenação do pastor Adahyr Cruz, tem procurado dar apoio às necessidades materiais e espirituais das comunidades indígenas da região.
No dia 15 de setembro, o pastor Adahyr esteve na Assembléia Legislativa de Vitória em manifestação de repúdio a uma campanha que a Aracruz tem feito, junto à opinião pública, contra as comunidades indígenas do Espírito Santo. Uma cartilha distribuída pela empresa na região (e também por meio do site www.aracruz.com.br) afirma que a área em disputa nunca foi habitada por índios. E o texto refere-se a eles como “supostos índios”. Na Assembléia Legislativa, o pastor Adahyr leu uma carta na qual denuncia a Aracruz por “campanha difamatória” e racismo (o texto está disponível no arquivo do site http://www.metodista.org.br/). Após a manifestação, o Ministério Público Federal do Espírito Santo resolveu instaurar um inquérito civil público para averiguar as informações divulgadas pela Aracruz.“A posição da Aracruz Celulose demonstra não só desrespeito com a história, com a memória e a cultura do povo capixaba, mas também que esta empresa não tem escrúpulos quando se trata de garantir seus interesses, às custas da miséria e da destruição dos povos tradicionais e do meio ambiente. Campanhas milionárias financiadas por esta empresa vêm escamoteando os impactos gerados pela monocultura de eucalipto no Brasil e expondo os povos tradicionais desta terra a humilhações inomináveis”, afirma o manifesto divulgado pelo pastor Adahyr, representando uma igreja que busca responder ao chamado de Jesus para ser um brilho intenso – “werá” – resplandecendo no mundo.
Notícia extraída do site www.metodista.org.br
Altar de Pedra
Após dormir sobre a pedra, mas encontrar a escada como aproximação dos céus até ele, Jacó precisa dar uma resposta a Deus.Não se pode continuar infinitamente olhando para sua dor, ou visualizando a escada sem passar por ela, era necessário tomar uma resolução. E Jacó decidiu: tomou a pedra que antes era seu travesseiro e transformou-a em altar ao Senhor.
Todo erro, toda ação irrefletida do ser humano gera tristeza. E esta pode ser motivo para morte ou para vida, a Palavra de Deus afirma: “Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar; mas a tristeza do mundo opera a morte.” II Co 7:10.
Após refletir sobre nossos atos, nos damos conta de quem somos e então Deus nos mostra a escada para ver como precisamos dele. Quando sentimos sua presença, é um prenúncio do que viveremos com Ele. E então é possível tomar a melhor e mais acertada decisão: erguer um altar ao Senhor.
A pedra agora não é mais travesseiro, não é mais escada, mas transforma-se em altar, cheio do azeite da unção.
Altar é lugar de renúncia, de pacto, de reconhecimento de que Deus é Deus, e não existe outro. Ele é a Rocha, a nossa Salvação.
A experiência autêntica, verdadeira, nos leva a erguer um altar ao Senhor. A vida estará a serviço do testemunho, da missão, do serviço a Deus e ao próximo. Erguer o altar é sair da contemplação e caminhar para a Missão de Deus em nossa vida.
Que nesse dia você possa tomar a decisão de erguer seu altar ao Senhor! Que Deus lhe abençõe!
Pastora Fátima
segunda-feira, outubro 09, 2006
A Escada de Pedra
Mas Jacó conseguiu dormir! E então teve uma visão: sonhou com uma escada. No sonho de Jacó, a escada saia do solo indo em direção do céu e os anjos subiam e desciam nela.Ali na Jacó reconheceu que era a porta dos Céus!
Jacó sofrendo com sua solidão e dor provocada pelos seus erros, encontra-se frente a frente com a presença de Deus.
A escada nos lembra que alguém pode subir, mas alguém também pode descer.
Deus está mais próximo de Jacó do que ele pensava. Da mesma forma, Deus está presente nas situações mais intranqüilas da nossa vida, em meio a nossa aflição, os céus de Deus estão abertos. Mostrando novas possibilidades. Não estão fechados, estão abertos!
Existe um caminho ao céu: a escada que conduz ao Pai: é Jesus Cristo. Ele se humilhou, baixou a terra para nos fazer subir em direção ao Pai. Ele desceu aos seres humanos, para que os seres humanos, subissem a Deus. Aproximassem de Deus.
A escada, feita de pedra, era o elo de ligação entre Jacó e o Senhor.
É Deus que providencia o recurso, o meio para a aproximação do ser humano. Deus não nos deixa sem saída. Ao contrário, quando teimamos a olhar pro solo, Deus nos mostra um caminho novo, a porta dos céus, que propicia a restauração do nosso ser.
Continuamos amanhã. Que você tenha um dia abençoado na presença do Pai!
Pastora Fátima
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