Retornei no final desta quarta do Retiro de Oração para Pastores, promovido pelo Ministério de Oração do Coração Aquecido (MOCA), em Caratinga/MG. Deus agiu de maneira poderosa, nos tocou com a brasa viva do Seu altar, fomos edificados e sentimos o refrigério da presença do Senhor.
Estou certa que Deus vocacionou a Igreja Metodista a ser uma igreja aquecida pelo Espírito Santo. Uma igreja dinâmica, viva, onde os sinais e maravilhas do Senhor acontecem. Não creio que Deus tenha nos chamado para estarmos amedrontados, relaxados em costumes morais ou sem vida de oração. Ao contrário, Deus nos deu o chamado para reformar a igreja e espalhar a santidade bíblica sobre a terra.
Voltei me sentido renovada e com a responsabilidade de receber o próximo encontro do MOCA, nos dias 12, 13 e 14 de março. Deus quer escrever uma nova história na Igreja Metodista e, está dando a nós, metodistas em Guarapari, o privilégio de participarmos dela.
Que Deus abençoe o seu dia! Fiquem na paz,
Pastora Fátima
quinta-feira, novembro 30, 2006
sábado, novembro 25, 2006
Comemorações
Hoje, dia 25 denovembro é comemorado o Dia Internacional da Não-Violência contra as Mulheres. A data foi escolhida em homenagem às irmãs Mirabal – Patria, Minerva e Maria Teresa – ativistas políticas assassinadas no dia 25 de novembro de 1960 pela polícia secreta do ditador Rafael Trujillo, na República Dominicana.
A Igreja Metodista em Guarapari realizou dois eventos com objetivo de conscientizar a população e provocar uma reflexão acerca da nova lei "Maria da Penha", sancionada no dia 07 de agosto pelo Presidente Lula.
O Brasil triplicou a pena para agressões domésticas contra mulheres e aumentou os mecanismos de proteção das vítimas. A Lei Maria da Penha aumentou de um para três anos o tempo máximo de prisão – o mínimo foi reduzido de seis meses para três meses. A nova lei altera o Código Penal e permite que agressores sejam presos em flagrante ou tenham a prisão preventiva decretada. Também acaba com as penas pecuniárias, aquelas em que o réu é condenado a pagar cestas básicas ou multas. Altera ainda a Lei de Execuções Penais para permitir que o juiz determine o comparecimento obrigatório do agressor a programas de recuperação e reeducação.A lei também traz uma série de medidas para proteger a mulher agredida, que está em situação de agressão ou cuja vida corre riscos. Entre elas, a saída do agressor de casa, a proteção dos filhos e o direito de a mulher reaver seus bens e cancelar procurações feitas em nome do agressor. A violência psicológica passa a ser caracterizada também como violência doméstica.
A mulher poderá também ficar seis meses afastada do trabalho sem perder o emprego se for constatada a necessidade de manutenção de sua integridade física ou psicológica.
Na sexta-feira, tivemos um debate cujo tema foi "Combatendo a Violência contra a Mulher e Construindo Direitos". A Dra. Magnólia Aguiar foi a palestrante, além da presença da presidente do Conselho Municipal de Direitos da Mulher, Tetê Brandolini.
No sábado pela manhã, foram distribuídos 3.000 panfletos, no centro da cidade e feira livre. Os carros, que passaram pela ponte, viram as faixas com o slogan: "Uma vida sem violência é um direito das mulheres".
A Igreja precisa despertar para o seu papel na sociedade. Essa é a hora de erguermos a nossa voz e manifestarmos ao mundo a vontade de Deus!
Pastora Fátima
A Igreja Metodista em Guarapari realizou dois eventos com objetivo de conscientizar a população e provocar uma reflexão acerca da nova lei "Maria da Penha", sancionada no dia 07 de agosto pelo Presidente Lula.
O Brasil triplicou a pena para agressões domésticas contra mulheres e aumentou os mecanismos de proteção das vítimas. A Lei Maria da Penha aumentou de um para três anos o tempo máximo de prisão – o mínimo foi reduzido de seis meses para três meses. A nova lei altera o Código Penal e permite que agressores sejam presos em flagrante ou tenham a prisão preventiva decretada. Também acaba com as penas pecuniárias, aquelas em que o réu é condenado a pagar cestas básicas ou multas. Altera ainda a Lei de Execuções Penais para permitir que o juiz determine o comparecimento obrigatório do agressor a programas de recuperação e reeducação.A lei também traz uma série de medidas para proteger a mulher agredida, que está em situação de agressão ou cuja vida corre riscos. Entre elas, a saída do agressor de casa, a proteção dos filhos e o direito de a mulher reaver seus bens e cancelar procurações feitas em nome do agressor. A violência psicológica passa a ser caracterizada também como violência doméstica.
A mulher poderá também ficar seis meses afastada do trabalho sem perder o emprego se for constatada a necessidade de manutenção de sua integridade física ou psicológica.
Na sexta-feira, tivemos um debate cujo tema foi "Combatendo a Violência contra a Mulher e Construindo Direitos". A Dra. Magnólia Aguiar foi a palestrante, além da presença da presidente do Conselho Municipal de Direitos da Mulher, Tetê Brandolini.
No sábado pela manhã, foram distribuídos 3.000 panfletos, no centro da cidade e feira livre. Os carros, que passaram pela ponte, viram as faixas com o slogan: "Uma vida sem violência é um direito das mulheres".
A Igreja precisa despertar para o seu papel na sociedade. Essa é a hora de erguermos a nossa voz e manifestarmos ao mundo a vontade de Deus!
Pastora Fátima
sexta-feira, novembro 24, 2006
quinta-feira, novembro 23, 2006
25 de novembro – Dia Mundial de Luta Contra a Violência a Mulher
O Dia 25 de Novembro será marcado por mobilizações no mundo inteiro, por ser considerado o Dia Nacional da Não-violência contra a Mulher. Os movimentos feministas estão promovendo diversas atividades pelo país, não só nesse dia, mas ao longo de toda a semana.
Nacionalmente, a AGENDE - Ações em Gênero, Cidadania e Desenvolvimento começou a mobilização no dia 20, Dia da Consciência Negra. Com o slogan “Uma vida sem violência é um direito das mulheres”.
A campanha conta com o engajamento de 27 redes e articulações nacionais de Mulheres e de Direitos Humanos, seis parcerias do Congresso Nacional, seis agências das Nações Unidas, 11 órgãos governamentais e empresas estatais e as atividades se estendem até o dia 10 de dezembro.
As atividades articuladas pela Agende vão durar por 16 dias, e integra a campanha mundial do Center for Women´s Global Leadership (Centro para a Liderança Global das Mulheres), cujo lema deste ano é “Pela saúde das mulheres, pela saúde do mundo, basta de violência”.
O UNIFEM - Fundo das Nações Unidas para a mulher, denunciou em seu relatório anual que a violência de gênero provoca mais mortes em mulheres entre 15 e 44 anos que o câncer.
Entre alguns dos atos agressivos contra elas se encontra a mutilação genital, uma prática cirúrgica que se realiza em cerca de 28 países da África e Médio Oriente, que se estendeu até a imigração na Europa e constitui mais uma forma de controle social e opressão feminina.
Segundo o UNIFEM, a mutilação genital feminina afeta mais de 135 milhões de mulheres no mundo: dois milhões de meninas são mutiladas por ano. Pela tradição, o objetivo principal da mutilação é marcar a passagem da infância para o estado adulto das mulheres, mas ela é praticada também em meninas de 4 a 12 anos de idade. Também se conhecem casos de mutilação em recém nascidos e mulheres jovens a ponto de se casarem.
No Brasil a mutilação genital não é uma tradição, mas existem muitas outras formas de violência. Os registros das delegacias brasileiras demonstram que 70% dos incidentes ocorrem dentro de casa e que o agressor é o próprio marido ou parceiro. (fonte: www.cemina.org.br)
Nacionalmente, a AGENDE - Ações em Gênero, Cidadania e Desenvolvimento começou a mobilização no dia 20, Dia da Consciência Negra. Com o slogan “Uma vida sem violência é um direito das mulheres”.
A campanha conta com o engajamento de 27 redes e articulações nacionais de Mulheres e de Direitos Humanos, seis parcerias do Congresso Nacional, seis agências das Nações Unidas, 11 órgãos governamentais e empresas estatais e as atividades se estendem até o dia 10 de dezembro.
As atividades articuladas pela Agende vão durar por 16 dias, e integra a campanha mundial do Center for Women´s Global Leadership (Centro para a Liderança Global das Mulheres), cujo lema deste ano é “Pela saúde das mulheres, pela saúde do mundo, basta de violência”.
O UNIFEM - Fundo das Nações Unidas para a mulher, denunciou em seu relatório anual que a violência de gênero provoca mais mortes em mulheres entre 15 e 44 anos que o câncer.
Entre alguns dos atos agressivos contra elas se encontra a mutilação genital, uma prática cirúrgica que se realiza em cerca de 28 países da África e Médio Oriente, que se estendeu até a imigração na Europa e constitui mais uma forma de controle social e opressão feminina.
Segundo o UNIFEM, a mutilação genital feminina afeta mais de 135 milhões de mulheres no mundo: dois milhões de meninas são mutiladas por ano. Pela tradição, o objetivo principal da mutilação é marcar a passagem da infância para o estado adulto das mulheres, mas ela é praticada também em meninas de 4 a 12 anos de idade. Também se conhecem casos de mutilação em recém nascidos e mulheres jovens a ponto de se casarem.
No Brasil a mutilação genital não é uma tradição, mas existem muitas outras formas de violência. Os registros das delegacias brasileiras demonstram que 70% dos incidentes ocorrem dentro de casa e que o agressor é o próprio marido ou parceiro. (fonte: www.cemina.org.br)
terça-feira, novembro 21, 2006
Restauração
O Salmo 80 nos chama atenção pela ênfase dada a restauração. Três vezes o salmista pede a restauração do seu povo:
Restaura-nos, ó Deus; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos. (v.3)
Restaura-nos, ó Deus dos Exércitos; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos. (v.7)
Restaura-nos, ó Senhor Deus dos Exércitos; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos. (v.19)
Este salmo pode ser aplicado tanto ao reino do Norte quando o país foi devastado pelos assírios, quanto a Judá após a queda de Jerusalém em 586 (Jr 12:7-13) sob o poder dos Babilonios. Talvez o salmista fosse um levita refugiado em Masfa de Benjamim sob Gedalias (2 Re 25:22-23:27), espera a restauração do reino unificado (Is 49:8): Assim diz o Senhor: No tempo aceitável te ouvi, e no dia da salvação te ajudei; e te guardarei, e te darei por pacto do povo, para restaurares a terra, e lhe dares em herança as herdades assoladas.
Tinha consciência da devastação em que se encontrava seu País: estavam comendo pão de lágrimas, eram motivos de zombaria, sentiam que Deus estava indignados com eles por causa de seus pecados, os muros destruídos eram como uma casa cujos muros haviam sido destruído e os javalis e animais selvagens devastavam a plantação v. 12, 13.
A videira ou vinha era a forma como os profetas referiam-se a Israel. A vinha que foi plantada por Deus. Queimada e decepada, o cenário é de destruição. Cerca derrubada é sinal de que não houve preservação. Isso me faz lembrar do cuidado do meu pai, quando na infância o via trocar os bambus apodrecidos por bambus novos para assim preservar a cerca de bambus em volta de nossa casa.
Restaurar é repor ao primitivo estado, tornar a por em vigor, dar novo esplendor, restituir, reparar, retocar. O restauro de obras de arte é um trabalho de bastidores, minucioso e, sobretudo, invisível. Na maioria das vezes, o público que se depara com as telas de artista como Renoir, não se lembra que ver essas telas só se tornou possível graças ao trabalho de profissionais especializados, conhecidos como restauradores-conservadores, que conhecem a fundo como retocar pinturas, suturar um rasgo de tela e até mesmo resgatar antigas imagens de igreja ou um monumento histórico.
A restauração é obra de Deus em nossa vida. Somente Ele pode nos restaurar. Trazer de volta o primeiro amor, reacender a chama da paixão por Jesus. Mas, após a restauração é tarefa humana, preservar a fé. É claro que podemos contar com Sua ajuda, mas nós somos responsáveis pela preservação da vida de Deus em nós. Precisamos ter a consciência de que preservar a fé, envolve oração, busca de santidade, na renovação no Espírito, abandono de atos pecaminosos, assim poderemos dizer que estamos nos revistando do novo ser, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade.
Temos andado em vigilância? Tenho consciência da necessidade de manter uma vida devocional? De manter-me em comunhão com a Igreja? Espero a “cerca” cair para então buscar conserta-la? Ou tenho mantido sob um zeloso cuidado minha vida com Deus?
Desde domingo, temos falado sobre a restauração de Deus em nós. Temos sentido o mover do Espírito, mas cabe a nós continuarmos buscando a presença do Pai e deixando que Ele nos restaura continuamente.
Que Deus nos abençõe!
Pastora Fátima
Restaura-nos, ó Deus; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos. (v.3)
Restaura-nos, ó Deus dos Exércitos; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos. (v.7)
Restaura-nos, ó Senhor Deus dos Exércitos; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos. (v.19)
Este salmo pode ser aplicado tanto ao reino do Norte quando o país foi devastado pelos assírios, quanto a Judá após a queda de Jerusalém em 586 (Jr 12:7-13) sob o poder dos Babilonios. Talvez o salmista fosse um levita refugiado em Masfa de Benjamim sob Gedalias (2 Re 25:22-23:27), espera a restauração do reino unificado (Is 49:8): Assim diz o Senhor: No tempo aceitável te ouvi, e no dia da salvação te ajudei; e te guardarei, e te darei por pacto do povo, para restaurares a terra, e lhe dares em herança as herdades assoladas.
Tinha consciência da devastação em que se encontrava seu País: estavam comendo pão de lágrimas, eram motivos de zombaria, sentiam que Deus estava indignados com eles por causa de seus pecados, os muros destruídos eram como uma casa cujos muros haviam sido destruído e os javalis e animais selvagens devastavam a plantação v. 12, 13.
A videira ou vinha era a forma como os profetas referiam-se a Israel. A vinha que foi plantada por Deus. Queimada e decepada, o cenário é de destruição. Cerca derrubada é sinal de que não houve preservação. Isso me faz lembrar do cuidado do meu pai, quando na infância o via trocar os bambus apodrecidos por bambus novos para assim preservar a cerca de bambus em volta de nossa casa.
Restaurar é repor ao primitivo estado, tornar a por em vigor, dar novo esplendor, restituir, reparar, retocar. O restauro de obras de arte é um trabalho de bastidores, minucioso e, sobretudo, invisível. Na maioria das vezes, o público que se depara com as telas de artista como Renoir, não se lembra que ver essas telas só se tornou possível graças ao trabalho de profissionais especializados, conhecidos como restauradores-conservadores, que conhecem a fundo como retocar pinturas, suturar um rasgo de tela e até mesmo resgatar antigas imagens de igreja ou um monumento histórico.
A restauração é obra de Deus em nossa vida. Somente Ele pode nos restaurar. Trazer de volta o primeiro amor, reacender a chama da paixão por Jesus. Mas, após a restauração é tarefa humana, preservar a fé. É claro que podemos contar com Sua ajuda, mas nós somos responsáveis pela preservação da vida de Deus em nós. Precisamos ter a consciência de que preservar a fé, envolve oração, busca de santidade, na renovação no Espírito, abandono de atos pecaminosos, assim poderemos dizer que estamos nos revistando do novo ser, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade.
Temos andado em vigilância? Tenho consciência da necessidade de manter uma vida devocional? De manter-me em comunhão com a Igreja? Espero a “cerca” cair para então buscar conserta-la? Ou tenho mantido sob um zeloso cuidado minha vida com Deus?
Desde domingo, temos falado sobre a restauração de Deus em nós. Temos sentido o mover do Espírito, mas cabe a nós continuarmos buscando a presença do Pai e deixando que Ele nos restaura continuamente.
Que Deus nos abençõe!
Pastora Fátima
Sede insaciável
“A mim, uma sede insaciável me inspira,
um desejo,infinito desejo,
e enches meu coração ansioso
Menos que Ti mesmo, não me dês!
Tu dentro de mim mesmo vives!
Venhas agir com toda pressa!”. (C.Wesley)
um desejo,infinito desejo,
e enches meu coração ansioso
Menos que Ti mesmo, não me dês!
Tu dentro de mim mesmo vives!
Venhas agir com toda pressa!”. (C.Wesley)
sábado, novembro 18, 2006
Psicólogo defende o direito daqueles que desejam deixar a homossexualidade
A carta abaixo é de um psicólogo que defende o direito daqueles que desejam deixar a homossexualidade, assim como o direito dos terapeutas que acreditam que é possível deixar a homossexualidade. Essa carta foi publicada no site www. exodus.org.br.
A Quem Interessar Possa
Eu estou escrevendo esta declaração para oferecer minha opinião profissional e comentários sobre o tratamento psicológico de indivíduos que lutam com a homossexualidade não desejada.
Sou um psicólogo licenciado na prática particular na Califórnia por mais de onze anos. Estive envolvido extensamente em treinamento e supervisão de psicólogos na esfera do doutorado, psiquiatras em treinamento de residência, estudantes de medicina, psiquiatras atuando como assistentes sociais e terapeutas de casamento e família na área da Baía de São Francisco. Tenho ministrado treinamento em saúde mental em seminários assim como no governo ou conferências universitárias promovidas em Beijing, Shangai e Hong Kong, na China.
Com base na minha experiência, a homossexualidade não desejada é real e indivíduos sofrem grande angústia com isso. Acredito que os direitos desses indivíduos devem ser respeitados assim como respeitamos aqueles que não acham a homossexualidade algo indesejável. Eu gostaria de apelar ao princípio da justiça no campo da saúde ao invés de adotar o expediente do que é politicamente usual porque precisamos atentar diligentemente aos que seriam os alvos do tratamento para esses pacientes. Nós precisamos oferecer a essas pessoas tolerância em suas buscas por felicidade com base no desejo que têm de mudar, embora isso não seja considerado politicamente correto nos dias de hoje.
O segundo ponto que eu gostaria de oferecer para consideração é o direito à liberdade da hostilidade que o profissional da saúde mental tem para praticar aquilo em que ele ou ela é especialista. Uma sociedade avançada baseada na economia do livre mercado não pode sufocar essa criatividade porque todos, eventualmente, sofrerão desta visão curta e de uma mentalidade fechada. Diversidade e multiculturalismo enriquecem e não são restritivos. Nós não deveríamos recear ter qualquer tipo de profissional de saúde mental, naquilo que ele ou ela fosse bom.
Embora a Associação Americana de Psiquiatria não tenha incluído a homossexualidade como uma diagnose em sua versão atual do manual de diagnósticos, ela não declarou a homossexualidade como uma condição saudável. O comitê que votou na remoção desta diagnose tomou uma atitude política e não uma decisão baseada em evidências clínicas. O psiquiatra que foi grandemente responsável por este comitê, o Dr. Robert Spitzer, disse em shows da mídia popular que ele acreditava que a mudança para homossexuais era possível. Ele ainda disse acreditar que essas pessoas que já haviam mudado eram pessoas felizes.
Então, eu faria esta defesa para dar aos indivíduos que lutam com a homossexualidade igual acesso à terapia, não limitando o que qualquer profissional da saúde mental possa e deva fazer. Nós precisamos de tolerância e justiça para servir aos nossos pacientes.
Cordialmente,
Melvin Wong, Ph.D.
Melvin W. Wong, Ph.D.
Psicólogo Clínico Licenciado
A Quem Interessar Possa
Eu estou escrevendo esta declaração para oferecer minha opinião profissional e comentários sobre o tratamento psicológico de indivíduos que lutam com a homossexualidade não desejada.
Sou um psicólogo licenciado na prática particular na Califórnia por mais de onze anos. Estive envolvido extensamente em treinamento e supervisão de psicólogos na esfera do doutorado, psiquiatras em treinamento de residência, estudantes de medicina, psiquiatras atuando como assistentes sociais e terapeutas de casamento e família na área da Baía de São Francisco. Tenho ministrado treinamento em saúde mental em seminários assim como no governo ou conferências universitárias promovidas em Beijing, Shangai e Hong Kong, na China.
Com base na minha experiência, a homossexualidade não desejada é real e indivíduos sofrem grande angústia com isso. Acredito que os direitos desses indivíduos devem ser respeitados assim como respeitamos aqueles que não acham a homossexualidade algo indesejável. Eu gostaria de apelar ao princípio da justiça no campo da saúde ao invés de adotar o expediente do que é politicamente usual porque precisamos atentar diligentemente aos que seriam os alvos do tratamento para esses pacientes. Nós precisamos oferecer a essas pessoas tolerância em suas buscas por felicidade com base no desejo que têm de mudar, embora isso não seja considerado politicamente correto nos dias de hoje.
O segundo ponto que eu gostaria de oferecer para consideração é o direito à liberdade da hostilidade que o profissional da saúde mental tem para praticar aquilo em que ele ou ela é especialista. Uma sociedade avançada baseada na economia do livre mercado não pode sufocar essa criatividade porque todos, eventualmente, sofrerão desta visão curta e de uma mentalidade fechada. Diversidade e multiculturalismo enriquecem e não são restritivos. Nós não deveríamos recear ter qualquer tipo de profissional de saúde mental, naquilo que ele ou ela fosse bom.
Embora a Associação Americana de Psiquiatria não tenha incluído a homossexualidade como uma diagnose em sua versão atual do manual de diagnósticos, ela não declarou a homossexualidade como uma condição saudável. O comitê que votou na remoção desta diagnose tomou uma atitude política e não uma decisão baseada em evidências clínicas. O psiquiatra que foi grandemente responsável por este comitê, o Dr. Robert Spitzer, disse em shows da mídia popular que ele acreditava que a mudança para homossexuais era possível. Ele ainda disse acreditar que essas pessoas que já haviam mudado eram pessoas felizes.
Então, eu faria esta defesa para dar aos indivíduos que lutam com a homossexualidade igual acesso à terapia, não limitando o que qualquer profissional da saúde mental possa e deva fazer. Nós precisamos de tolerância e justiça para servir aos nossos pacientes.
Cordialmente,
Melvin Wong, Ph.D.
Melvin W. Wong, Ph.D.
Psicólogo Clínico Licenciado
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